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    O clamor pela sustentabilidade vem das mais variadas vertentes da sociedade e a preservação do meio ambiente é uma demanda imperativa que deve ser assumida por todos. A John Deere responde ao chamado e desempenha seu papel de empresa cidadã, buscando alternativas a serem incorporadas em sua cadeia produtiva. No mundo corporativo, seguir essa premissa envolve iniciativas que reduzam pegadas de carbono e aumentem a ecoeficiência, bem como encontrar os parceiros certos. Tudo com inovação e simplicidade como pano de fundo. O resultado final pode não só ir ao encontro dos anseios da sociedade, mas, até mesmo, reduzir custos de produção.

    Um bom exemplo de alternativa encontrada pela John Deere pode ser visto na fábrica de Montenegro (RS), com a produção de dois componentes das cabines do maquinário: o headliner e o upholstery. Tratam-se de forros utilizados no teto, que começaram a ser fabricados no Brasil em setembro de 2017 e, agora, são fabricados com juta, fibra natural feita a partir do talo de algumas plantas.

    “No caso do forro do teto, conseguimos desenvolver um produto mais sustentável e que mantém o desempenho esperado dos nossos equipamentos. Trabalhamos para desenvolver alternativas igualmente eficientes e cada vez mais amigáveis ao meio ambiente para termos um negócio realmente sustentável”, enfatiza Julio Casarin, gerente de Supply Management de Montenegro e atual responsável pela iniciativa de expansão do uso desta fibra natural.

    Forro à base de fibra de juta na linha de produção da John Deere em Montenegro
    Uso da fibra de juta como matéria-prima na produção da peça foi liderada pelo time de Supply Management da fábrica de Montenegro

    “No caso do forro do teto, conseguimos desenvolver um produto mais sustentável e que mantém o desempenho esperado dos nossos equipamentos. Trabalhamos para desenvolver alternativas igualmente eficientes e cada vez mais amigáveis ao meio ambiente para termos um negócio realmente sustentável”.

    Julio Casarin, gerente de Supply Management de Montenegro
    Teto de juta em processamento na fábrica da John Deere em Montenegro
    Uso da fibra de juta na fabricação do forro do teto de tratores e pulverizadores é inovação da John Deere Brasil
    Teto de juta pronto para instalação na linha de montagem da fábrica da John Deere em Montenegro (RS)
    Matéria-prima natural alia sustentabilidade e desempenho de alto nível na linha de produção da fábrica de Montenegro

    O novo material não só é mais sustentável, mas ajuda a fortalecer a economia local, pois a matéria-prima adquirida pela John Deere é produzida ao longo dos rios da Região Norte do Brasil.

    A nacionalização dessa peça e a mudança na matéria-prima foi liderada pelo time de Supply Management de Montenegro. Os forros de juta já estão sendo utilizados nas cabines dos tratores 7J e dos pulverizadores M4030 e M3030. Porém, encontram-se em desenvolvimento versões para instalação nas cabines dos tratores da série 5E e do pulverizador M4025. Para Marília Avellar, compradora na fábrica de tratores, as versões na fase final de desenvolvimento devem duplicar a utilização da juta na unidade de Montenegro.

    Forro de fibra de juta em cabine de maquinário John Deere
    Após a instalação na cabine, o forro é interligado a outros equipamentos e peças e recebe o acabamento final da montagem

    Inicialmente aplicados nas cabines dos tratores 7J e dos pulverizadores M4030 e M3030, os forros de juta também devem chegar em breve aos tratores da série 5E e do pulverizador M4025, dobrando a utilização da fibra natural e sustentável na linha de produção da John Deere no Brasil.

    “Quando pensamos em tornar as operações mais ecoeficientes e diminuir a emissão de poluentes, temos que levar em conta diversos fatores, como a utilização dos recursos naturais, consumo de energia elétrica e, até mesmo, a emissão de gases geradores de efeito estufa dos nossos produtos. E um ponto bastante relevante dessa conta é o material que utilizamos”, explica Isabela Aranovich, gerente de Planejamento Estratégico e responsável pelo levantamento de ações e iniciativas internas que a John Deere já tem em andamento nas suas diferentes unidades.

    Local de produção de juta
    A juta pode chegar a quatro metros de altura e seu talo dá origem à fibra incorporada à cadeia produtiva da John Deere. A planta possui papel econômico relevante para comunidade de produtores que vivem ao longo dos rios da Região Norte do País

    “Quando pensamos em tornar as operações mais ecoeficientes e diminuir a emissão de poluentes, temos que levar em conta diversos fatores, como a utilização dos recursos naturais, consumo de energia elétrica e, até mesmo, a emissão de gases geradores de efeito estufa dos nossos produtos. E um ponto bastante relevante dessa conta é o material que utilizamos”

    Isabela Aranovich, gerente de Planejamento Estratégico da John Deere

    As palavras de Isabela deixam clara a necessidade de visão holística na busca de alternativas e, muitas vezes, o caminho em direção à sustentabilidade é guiado pela própria natureza.

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