Fale com o John Deere Journal

    A comemoração do Dia do Cliente é em 15 de setembro, porém, a data logo se estendeu e virou a Semana do Cliente. Por ser uma empresa que se empenha em identificar as necessidades do seu público, desenvolver soluções inovadoras e manter um relacionamento próximo durante toda a jornada, a John Deere gosta muito de celebrar esse momento.

    Para entender melhor sobre esse relacionamento com os clientes, batemos um papo com Marcelo Pimenta, gerente Divisional, com experiência nas áreas de Vendas e Pós-Vendas há mais de 20 anos. Confira os principais trechos a seguir:

    Quando falamos no cliente da John Deere, estamos nos referindo a um relacionamento que dura muito além do momento da venda. Como você analisa essa relação?

    Sim, com certeza é uma longa relação, até pela natureza da atividade. Os agricultores, em sua maioria, têm a profissão não apenas como um trabalho, mas como estilo de vida – independentemente do tamanho de sua propriedade.

    Então o pós-venda é um ponto chave – e começa, até mesmo, antes da venda. Mesmo ainda sem ter decidido a compra, o cliente procura saber como vai ser a sua experiência com o produto. Na John Deere, buscamos cuidar muito bem desse aspecto. Não adianta oferecer um produto de qualidade e com alta tecnologia se o cliente não sabe como utilizar ou não tem confiança – e confiança está ligada a ter o equipamento disponível para usar no momento certo. E para isso, o papel do concessionário é muito importante. Ele é a face da John Deere para o cliente. Nos últimos 20 anos, desenvolvemos uma rede muito sólida, com vasta cobertura e equipe técnica qualificada – e seguimos nos aprimorando.

    Isso faz parte dos pilares do pós-venda, não é mesmo?

    Isso mesmo. As equipes técnicas e Atendimento de Peças dos concessionários estão sempre disponíveis, sábado, domingo, feriado, não importa. Se há alguma ocorrência, o time está empenhado e disponível para resolver de forma rápida e assertiva. Nós, da área de Vendas, temos essa atenção, pois sabemos que o cliente considera isso em seu processo de tomada de decisão.

    Marcelo Pimenta, gerente Divisional da John Deere, com grupo de clientes da empresa na Agrishow

    E nesse período de pandemia, quais foram as transformações na relação com os clientes?

    Ao mesmo tempo que a pandemia restringiu uma série de atividades, diversas outras foram impulsionadas. Nossa jornada sobre conectividade, tecnologia, interação pessoas-máquinas acontece já há algum tempo. A pandemia nos ajudou a acelerar isso tudo. Hoje, é possível interagir com o cliente e sua máquina a distância. Nossos concessionários contam com o Centro de Soluções Conectadas (CSC), onde conseguem monitorar o desempenho da máquina, antecipar ocorrências e evitar paradas indesejadas. É possível orientar o operador para que ele evite um excesso ou alguma operação inadequada que possa comprometer o produto ou a operação. E, se a máquina parar, é possível monitorá-la para acelerar o atendimento e ter um diagnóstico remoto e preciso.

    Qual é o significado de estabelecer uma cultura centrada no cliente?

    Isso é um dos pilares que norteia o nosso negócio. A cultura centrada no cliente não é novidade para a gente, não é um modismo. Já falamos sobre a experiência do cliente há anos, isso está no DNA da John Deere. A companhia investe milhões no desenvolvimento e em tecnologia para trazer aquilo de que o cliente precisa. Isso ajuda a construir e fortalecer a credibilidade e compromisso que temos junto aos clientes.

    Marcelo Pimenta, gerente Divisional da John Deere, com clientes da empresa.

    “Diante de uma nova tecnologia ou novidade nos perguntamos: o que isso pode representar de resultado para o cliente? Qual é a proposta de valor que trará ao cliente, como ele consegue extrair valor?”

    Marcelo Pimenta

    Com tantas inovações em andamento, quais são as possibilidades que temos para o futuro no que se refere ao cliente?

    Temos um desafio na conectividade rural, mas a partir de parcerias com empresas de telecomunicação temos grandes oportunidades de avanço no campo. O próximo passo é ampliar e pavimentar este caminho digital no campo e transformarmos dados em informação para permitir decisões em tempo real. E como fazemos isso? O grande salto desta transformação está na agricultura digital que é conectar de uma maneira ampla e democrática máquinas, pessoas e inteligência.

    Marcelo Pimenta, gerente Divisional, da John Deere, e outros profissionais da empresa recepcionam clientes

    Leia mais histórias inspiradoras de pessoas que fazem a John Deere todos os dias:
    • Inovação para fazer as ideias decolarem
    • A vida é uma dança
    • O grande propósito da John Deere
    • O contador de histórias
    • Mais do que um grão no crescimento do agronegócio brasileiro

    Comentar
    Comentários