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    Uma noite, um bebê e um choro incontrolável. Essa era a situação há alguns anos na casa da família Egli, de Capão Bonito (SP), quando o pequeno Henrique abria os pulmões aos berros e nada resolvia aquela situação. Os pais Luma e Renê tentavam de tudo, sem sucesso: dar de mamar, brincar, balançar o bebê. Nem a Galinha Pintadinha foi capaz de resolver a parada.

    Foi aí que Renê teve uma ideia que, se não funcionasse, pelo menos não pioraria a situação. Pegou o celular, acessou o YouTube e colocou vídeos de tratores em ação. E eis que Henrique foi trocando o choro por uma inusitada concentração. Em poucos minutos, nem o bebê nem os pais se lembravam da cólica e abria-se uma porteira que jamais seria fechada.

    Henrique hoje tem seis anos e, quando o assunto são máquinas agrícolas, ele dá um verdadeiro baile em qualquer outra criança. Às vezes, até nos adultos. Quando perguntam para ele qual é sua máquina preferida, o garoto nem pestaneja: “John Deere!”, responde orgulhoso.

    “Os avós dizem que ele tem o sangue verde”, brinca o pai. E os avós sabem bem do que estão falando. Henrique dispensa bonecos de super-heróis, blocos de montar e outros brinquedos típicos de crianças da sua idade. Ele gosta mesmo é de subir na colheitadeira com o pai ou o avô Sérgio. Na cabine sabe para que servem todos os comandos. Pudera, visto que o ambiente lhe é bastante familiar: foram horas e horas acompanhando os trabalhos sentado no bebê-conforto.

    Henrique entre os avós festejando o aniversário e a paixão pelos tratores John Deere

    Nos momentos em que Henrique não está vendo vídeos sobre máquinas, está colocando em prática seu conhecimento no Farming Simulator, game no qual um jovem agricultor se aventura a construir sua própria fazenda utilizando os mais diversos recursos. Ele não vê a hora de jogar a nova versão, o Farming Simulator 22, que está para ser lançada. Por quê? “Vai ter a colheitadeira John Deere X9 1100!”

    “Um dia desses, ele me deixou assustado. Estávamos na colheitadeira e ele começou a falar sobre ceifadeira, máquina de silagem, uns nomes de umas máquinas que eu nunca ouvi na vida. E ele me contava o que fazia, a marca, de onde era… eu fiquei assustado”

    Avô Sérgio

    Enquanto o game não sai, ele faz suas simulações de outra forma. Na casa da avó, dona Ângela, existe um tapete com cerdas bem altas, que faz as vezes da lavoura na imaginação do menino. Lá, ele coloca para trabalhar sua frota com nada menos que 18 miniaturas da John Deere, com ruas e talhões. E ai de quem perambular desavisado por ali. “Ninguém pode pisar no tapete”, brinca Renê.

    Enquanto as crianças plantam feijãozinho no algodão, o garoto já arrendou uma pequena área na horta da mãe, onde já cultivou o próprio feijão, além de milho e soja. Só o trigo que não deu muito certo – os passarinhos levaram tudo embora!

    A paixão precoce de Henrique é algo difícil de explicar e pouco vista, até mesmo, em outros filhos de fazendeiros. Mas Renê morre de orgulho.

    “Será a quinta geração de agricultores na família. Eu fico feliz em vê-lo continuar esse legado de se levantar às cinco da manhã para colocar alimento na mesa de tantas pessoas.”

    Henrique representa a quinta geração da família no campo. Essa paixão vai longe…

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